Comida de verdade – Alimentação Saudável

Comida de verdade – Alimentação Saudável

Há muito vem se desenhando uma nova configuração para a alimentação mundial. Vários países começam a se conscientizar sobre a importância de uma alimentação saudável para preservar a qualidade de vida das pessoas. A maioria desses defensores se encontra entre organizações sem fins lucrativos, blogs e sites de profissionais da área de nutrição e movimentos em prol de um ambiente aonde as plantações sejam orgânicas, longe dos agrotóxicos e das sementes geneticamente modificadas.

Alimentos naturais
Alimentos naturais

No Brasil, isso não é muito diferente. Programas na televisão ensinam, cada vez mais, formas de se comer bem e com qualidade. Foi exatamente em um deles que ouvi uma frase bem interessante, que talvez defina bem o que seja comida de verdade: “comida saudável é aquela que não tem rótulo”.

Muitas técnicas são difundidas facilitando a criação de hortas verticais em casas e apartamentos aonde não haja quintais. Até mesmo lajes são utilizadas para criar, inclusive, jardins. Pilhas de pneus são utilizadas para o plantio de árvores frutíferas. A criatividade está solta por aí, em especial na Rede, com postagens sugestivas e interessantes, incluindo o Facebook, com páginas dedicadas exclusivamente ao assunto, e a trazer receitas simples e deliciosas com ingredientes naturais e equilibrados.

Mas, o que é comer de verdade?
Para ter refeições saudáveis basta fugir dos alimentos processados e ultraprocessados, fugir do excesso de sódio, dos corantes e conservantes artificiais. Ou seja: voltar-se à mesa, ao arroz, o feijão, às frutas, legumes e verduras orgânicas. Elas podem até ter preços diferenciados, mas, o custo-benefício compensa: sua saúde é mais importante do que qualquer coisa!

Veja o que nos mostra esta estatística: 13% da população mundial está acima do peso, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto no Brasil, esse percentual é de 52%, segundo a Vigitel. O motivo: consumo excessivo de lanches a alimentos industrializados, sem qualquer controle ou preocupação com os efeitos colaterais que possam causar. O mais preocupante são as crianças que, desde cedo, já consomem alimentos processados.

Além de frutas, legumes e verduras, a carne, fonte de proteínas, precisa ser incluída na alimentação, assim come peixes e outras carnes brancas. O ideal é montar um cardápio, equilibrando o consumo diário. Trocar farinhas brancas por integrais é de grande ajuda. Os ovos são parte integrante do nosso prato, embora haja muita variação na quantidade a ser consumida, conforme a linha adotada pelos nutricionistas.

Fazer uma conexão maior com a natureza faz com que nos equilibremos por completo. Hoje, nos grandes centros urbanos, muitos são os movimentos coletivos em prol da realização de hortas e pomares coletivos, ocupando lugares que antes serviam apenas para juntar lixo e mato. Essa é uma alternativa viável rumo a alimentação saudável.

Alguns restaurantes estão trilhando o caminho dos insumos naturais, ou seja: comprar de fornecedores compromissados com alimentação orgânica e de qualidade. Carnes e frangos sem hormônio. Pães e produtos integrais na formulação de pratos. Mudar é preciso. Mesmo porque, com o crescimento populacional, o alimento no mundo pode vir a se tornar escasso e, alternativas precisam ser encontradas, pelo menos no que é possível ser cultivado perto de nós.

Mas, qual a diferença entre alimentos naturais, processados e ultraprocessados? O gráfico abaixo pode dar um exemplo simples sobre isso. Com certeza, muitos deles já foram para a sua mesa:

(Fonte: Guia Alimentar Para A População Brasileira. Infografia: Gazeta do Povo)
(Fonte: Guia Alimentar Para A População Brasileira. Infografia: Gazeta do Povo)

Parece fácil optar pela comida de verdade, mas, ela esbarra na praticidade dos congelados, néctares de frutas, molhos enlatados, macarrões instantâneos e uma enorme gama de produtos que surgem a cada ano, prometendo alimentação rápida, fácil e saborosa, economizando o tempo de quem tem uma vida corrida. Não será fácil quebrar o domínio desses produtos no mercado. A indústria alimentícia investe pesado na mídia, no marketing, nas embalagens, nos pontos de venda. Já a luta pela comida saudável é feita por “formiguinhas”, que levam, uma a uma, a prioridade pela saúde até a população.

Um bom conselho para quem deseja ter mais saúde é evitar trocar uma refeição por um lanche. Mas, se o fizer, utilize frutas.

Preste bastante atenção nos produtos que se dizem “sem gordura trans”, “rico em vitaminas”, “produto natural”, “puro”. Não caia nessa armadilha: leia os rótulos. Se houver aditivos e conservantes, essas expressões não têm valor. Preste atenção nos sucos e notem a frequência do uso da frase “essência natural de…” no lugar da fruta.

Sabe aquela barrinha de cereal que você compra para comer no intervalo das refeições ou enquanto está no escritório? Bem, elas não são tão saudáveis assim. Basta conferir a embalagem. Os molhos de tomate caseiros têm muitos aditivos e a manteiga, acredite, é muito mais saudável do que a margarina (feita de óleo de soja e não de leite).

Então, a regra básica é: evitar o que é processado. Se não der, quanto menos processado, melhor (quanto menos ingrediente, mais natural). O grande desafio do mercado alimentício é oferecer conveniência com saúde, praticando preço justo.

A tecnologia ajudando na saúde

Além de páginas nos sites de relacionamento, você pode encontrar sites e blogs sobre o assunto, bastando procurar por “comida de verdade” no Google ou “alimentação saudável”. Mas, desconfie daqueles que estão aliados a grandes marcas, as mesmas que fingem vender alimentos nutritivos disfarçados de congelados e afins.

Existem aplicativos úteis para ter nos celulares, levando a saúde, literalmente, na palma das mãos.

Comer fora

Se você é adepto de comer fora, procure saber sobre os lugares que frequenta. Muitos deles fornecem informações sobre os seus insumos e alguns, descrevem até seus fornecedores.

Feiras livres e supermercados

Agora está na moda a presença de produtos orgânicos em feiras e supermercados. Algumas feiras, inclusive, são totalmente dedicadas a vender esse tipo de alimento. Nos hipermercados, procure pelos selos de autenticação dos produtos. Nas feiras livres, procure informar-se com quem as frequenta.

Normalmente, eles conhecem os produtores. As feiras orgânicas podem ser indicadas por pessoas que consomem esse tipo de alimento habitualmente. Elas costumam ser menores do que as que comercializam todo tipo de produto.

E então, gostou do post?
Ele foi criado para que você possa cuidar melhor da sua saúde, garantindo longevidade, disposição e um modo de vida repleto de qualidade.
Fica aqui o nosso convite para que venha até o nosso restaurante e conheça nossos pratos, todos feitos com ingredientes de qualidade e naturais, preservando o que você tem de mais importante: sua saúde.